terça-feira, 22 de maio de 2018
Assuntos da Avaliação - 2º Bimestre
Filosofia Contemporânea:
Crise na filosofia contemporânea
Arthur Schopenhauer
Sören Kierkegaard
Friedrich Nietzsche
Fenomenologia
Pragmatismo e neopragmatismo
Pós-modernidade
Crise na filosofia contemporânea
Arthur Schopenhauer
Sören Kierkegaard
Friedrich Nietzsche
Fenomenologia
Pragmatismo e neopragmatismo
Pós-modernidade
terça-feira, 8 de maio de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
Aula 03
Apresentação
ESTÉTICA
Cezanne; Vik Muniz
História e conceito: Estética
Introduzida no vocabulário filosófico por Alexander Baumgarten – 1750.
Estética: cognição dos sentidos; percepção da beleza na arte.
Exigências em termos de verdade: alia a sensação e o sentimento à racionalidade;
Completa a lógica e deve dirigir a faculdade do conhecer pela sensibilidade;
“A perfeição, à medida que é observável como fenômeno do que é chamado, em sentido amplo, gosto, é beleza.” (Baumbarten)
Kant: a estética designa os julgamentos de beleza na arte e na natureza;
Século XX: existem muitos valores estéticos para além da produção voluntária do belo;
Recente: ampliação do conceito: Julgamentos e avaliações; qualidades de um objeto; atitudes do sujeito para considerar o objeto; experiência prazerosa que o indivíduo tem diante da obra de arte.
A estética é o ramo da filosofia que estuda racionalmente os valores propostos pelas obras de arte e o sentimento que suscitam nos seres humanos;
Na história da arte a estética é: um conjunto de características formais que a arte assume em determinado período (estética renascentista, realista, socialista etc) = Estilo; Poética.
Na poética o principal é o seu modo próprio de ver o mundo.
O belo e o feio: o gosto
Beleza: É possível defini-la objetivamente ou é subjetiva?
Platão: a beleza é a única ideia que resplandece no mundo; afirma a essência ideal do belo; somos obrigados a reconhecer o belo em si independente das obras individuais, que devem se aproximar do ideal universal;
Classicismo: deduz regras para o fazer artístico com base no belo ideal, fundamentalmente a estética normativa.
O belo e o feio: o gosto
Nos séculos XVII e XVIII Lucke e Hume relativizam a beleza, uma vez que não é uma qualidade das coisas, mas o sentimento da mente de quem as contempla;
O julgamento de beleza depende da presença ou ausência de prazer em nossas mentes;
Todos os julgamentos de beleza são verdadeiros, e todos os gostos são igualmente válidos;
O belo não está mais no objeto, mas nas condições de recepção dos objetos.
Para Kant o belo é aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente;
O princípio do juízo estético é o sentimento do sujeito e não o conceito do objeto;
As faculdades de julgamento do sujeito são as mesmas para cada ser humano;
Belo é a qualidade que atribuímos aos objetos para exprimir certo estado da nossa subjetividade.
Hegel: século XIX: O belo muda conforme o tempo. Tal mudança ser reflete na arte, e depende mais da cultura e da visão que o mundo vigentes do que das exigências interna do belo;
Perspectiva fenomenológica: belo é uma qualidade dos objetos singulares que nos são dados à percepção.
O ser de um objeto singular carrega um significado que só pode ser percebido pela experiência estética.
O feio não pode ser objeto da arte;
Dois modos de representação do feito:
A representação do assunto “feio”;
A forma de representação feia.
ESTÉTICA
Cezanne; Vik Muniz
História e conceito: Estética
Introduzida no vocabulário filosófico por Alexander Baumgarten – 1750.
Estética: cognição dos sentidos; percepção da beleza na arte.
Exigências em termos de verdade: alia a sensação e o sentimento à racionalidade;
Completa a lógica e deve dirigir a faculdade do conhecer pela sensibilidade;
“A perfeição, à medida que é observável como fenômeno do que é chamado, em sentido amplo, gosto, é beleza.” (Baumbarten)
Kant: a estética designa os julgamentos de beleza na arte e na natureza;
Século XX: existem muitos valores estéticos para além da produção voluntária do belo;
Recente: ampliação do conceito: Julgamentos e avaliações; qualidades de um objeto; atitudes do sujeito para considerar o objeto; experiência prazerosa que o indivíduo tem diante da obra de arte.
A estética é o ramo da filosofia que estuda racionalmente os valores propostos pelas obras de arte e o sentimento que suscitam nos seres humanos;
Na história da arte a estética é: um conjunto de características formais que a arte assume em determinado período (estética renascentista, realista, socialista etc) = Estilo; Poética.
Na poética o principal é o seu modo próprio de ver o mundo.
O belo e o feio: o gosto
Beleza: É possível defini-la objetivamente ou é subjetiva?
Platão: a beleza é a única ideia que resplandece no mundo; afirma a essência ideal do belo; somos obrigados a reconhecer o belo em si independente das obras individuais, que devem se aproximar do ideal universal;
Classicismo: deduz regras para o fazer artístico com base no belo ideal, fundamentalmente a estética normativa.
O belo e o feio: o gosto
Nos séculos XVII e XVIII Lucke e Hume relativizam a beleza, uma vez que não é uma qualidade das coisas, mas o sentimento da mente de quem as contempla;
O julgamento de beleza depende da presença ou ausência de prazer em nossas mentes;
Todos os julgamentos de beleza são verdadeiros, e todos os gostos são igualmente válidos;
O belo não está mais no objeto, mas nas condições de recepção dos objetos.
Para Kant o belo é aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente;
O princípio do juízo estético é o sentimento do sujeito e não o conceito do objeto;
As faculdades de julgamento do sujeito são as mesmas para cada ser humano;
Belo é a qualidade que atribuímos aos objetos para exprimir certo estado da nossa subjetividade.
Hegel: século XIX: O belo muda conforme o tempo. Tal mudança ser reflete na arte, e depende mais da cultura e da visão que o mundo vigentes do que das exigências interna do belo;
Perspectiva fenomenológica: belo é uma qualidade dos objetos singulares que nos são dados à percepção.
O ser de um objeto singular carrega um significado que só pode ser percebido pela experiência estética.
O feio não pode ser objeto da arte;
Dois modos de representação do feito:
A representação do assunto “feio”;
A forma de representação feia.
Aula 2
Anotações de Aula - 02
Fundamentação da argumentação
Princípios da Lógica
Tipos de lógica
Apresentação:
LÓGICA: CONSTRUÇÃO ARGUMENTATIVA
Regras para a correta argumentação
Termo: conceito
Extensão: amplitude
Proposição: Juízo;
Qualidade: afirmativa, negativa
Quantidade: Universais; particulares
Argumentação: raciocínio;
Premissas: proposições antes da conclusão;
Princípios da Lógica
Três princípios:
Princípio de identidade;
Princípio de não contradição;
Princípio do terceiro excluído;
Princípios da lógica clássica (Aristóteles): é bivalente: apenas dois valores: verdadeiro ou falso;
Argumentação silogística
Pensados por Aristóteles, os estoicos e os medievais;
Nenhum mamífero é minhoca (premissa maior)
Todos os cães são mamíferos (premissa menor)
Logo, nenhum cão é minhoca.
Proposições:
Verdadeiras ou falsas;
Argumento:
Válido ou inválido.
Argumentação silogística
Todos os cães são mamíferos
Todos os gatos são mamíferos
Logo, todos os gatos são cães
Todos os homens são loucos
Pedro é homem
Logo, Pedro é louco
Argumentação silogística
Todo inseto é invertebrado
Todo inseto é hexápode (seis patas);
Logo, todo hexápode é invertebrado
Tipos de argumentação
Dedução: conclusão é inferida das premissas;
Todo brasileiro é sul-americano
Todo paulista é brasileiro
Todo paulista é sul-americano
Indução: conclusão com evidências parciais;
A visão, o tato, o paladar e o olfato têm um órgão corpóreo (órgãos dos sentidos);
Portanto, todo sentido tem um órgão corpóreo.
Esta porção de água ferve a 100º, logo a água ferve a 100º.
Fundamentação da argumentação
Princípios da Lógica
Tipos de lógica
Apresentação:
LÓGICA: CONSTRUÇÃO ARGUMENTATIVA
Regras para a correta argumentação
Termo: conceito
Extensão: amplitude
Proposição: Juízo;
Qualidade: afirmativa, negativa
Quantidade: Universais; particulares
Argumentação: raciocínio;
Premissas: proposições antes da conclusão;
Princípios da Lógica
Três princípios:
Princípio de identidade;
Princípio de não contradição;
Princípio do terceiro excluído;
Princípios da lógica clássica (Aristóteles): é bivalente: apenas dois valores: verdadeiro ou falso;
Argumentação silogística
Pensados por Aristóteles, os estoicos e os medievais;
Nenhum mamífero é minhoca (premissa maior)
Todos os cães são mamíferos (premissa menor)
Logo, nenhum cão é minhoca.
Proposições:
Verdadeiras ou falsas;
Argumento:
Válido ou inválido.
Argumentação silogística
Todos os cães são mamíferos
Todos os gatos são mamíferos
Logo, todos os gatos são cães
Todos os homens são loucos
Pedro é homem
Logo, Pedro é louco
Argumentação silogística
Todo inseto é invertebrado
Todo inseto é hexápode (seis patas);
Logo, todo hexápode é invertebrado
Tipos de argumentação
Dedução: conclusão é inferida das premissas;
Todo brasileiro é sul-americano
Todo paulista é brasileiro
Todo paulista é sul-americano
Indução: conclusão com evidências parciais;
A visão, o tato, o paladar e o olfato têm um órgão corpóreo (órgãos dos sentidos);
Portanto, todo sentido tem um órgão corpóreo.
Esta porção de água ferve a 100º, logo a água ferve a 100º.
Anotações de aula - 01
Os instrumentos do pensar: Razão, Lógica e Falácias
A lógica, como instrumento do pensar, organiza as ideias afim de criar argumentos válidos na construção do conhecimento. A falácia é o argumento que nos leva a enganos. O paralogismo é o engano de raciocínio não intencional, já o sofisma é um argumento com a intenção de enganar.
Tipos de falácias: Argumento de autoridade; Argumento contra o homem; Generalização apressada; Falácia de acidente; Conclusão irrelevante; Petição de princípio; Ambiguidade; Falsa causa.
Atividade:
Apresente exemplo de falácias protagonizadas pela mídia:
Os instrumentos do pensar: Razão, Lógica e Falácias
A lógica, como instrumento do pensar, organiza as ideias afim de criar argumentos válidos na construção do conhecimento. A falácia é o argumento que nos leva a enganos. O paralogismo é o engano de raciocínio não intencional, já o sofisma é um argumento com a intenção de enganar.
Tipos de falácias: Argumento de autoridade; Argumento contra o homem; Generalização apressada; Falácia de acidente; Conclusão irrelevante; Petição de princípio; Ambiguidade; Falsa causa.
Atividade:
Apresente exemplo de falácias protagonizadas pela mídia:
domingo, 11 de março de 2018
Lógica a partir de Aristóteles
A lógica é o instrumento organizador das ideias de forma rigorosa, concluindo adequadamente evitando o erro. É o instrumento da razão para distinguir uma conclusão correta da falsa, um argumento válido ou não válido.
O argumento são razões com vista a uma conclusão. A lógica do trabalho científico busca argumentações para um julgamento lógico, tentando "provar" ou buscar "evidências".
Falácias
A Falácia é o erro no processo de argumentação, seja intencional ou não.
Lógica formal
É o desenvolvimento da lógica a partir do pensamento de Aristóteles.
Dedução
Forma de pensar que se estrutura a partir de elementos argumentativos com a conclusão derivada de duas premissas.
Indução
Forma metodológica que toma elementos particulares para induzir algo que seja universal.
Analogia
A lógica é o instrumento organizador das ideias de forma rigorosa, concluindo adequadamente evitando o erro. É o instrumento da razão para distinguir uma conclusão correta da falsa, um argumento válido ou não válido.
O argumento são razões com vista a uma conclusão. A lógica do trabalho científico busca argumentações para um julgamento lógico, tentando "provar" ou buscar "evidências".
Falácias
A Falácia é o erro no processo de argumentação, seja intencional ou não.
Lógica formal
É o desenvolvimento da lógica a partir do pensamento de Aristóteles.
Dedução
Forma de pensar que se estrutura a partir de elementos argumentativos com a conclusão derivada de duas premissas.
Indução
Forma metodológica que toma elementos particulares para induzir algo que seja universal.
Analogia
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